RICARDO JORGE PINTO

Ricardo Jorge Pinto ganha a vida a trabalhar com palavras, como jornalista, professor e comentador. Na agência Lusa, é diretor adjunto de Informação. Na Universidade Fernando Pessoa, é professor associado de Ciências da Comunicação. Na RTP, é comentador residente de Política Nacional.

Quando não está ocupado com estas tarefas, pode ser encontrado a tentar ser pai de dois adoráveis filhos adolescentes, a reunir amigos para jantaradas e longas noites de conversa, a sobreviver ao estado civil de divorciado e a alimentar os seus vícios (guerra civil americana, Bob Dylan, xadrez, rádio amadorismo, ping pong, e outras maluqueiras que pontualmente o interessem).

Não o desafiem para viagens, que ele aceita. E se essa viagem incluir um Ford Mustang, boa companhia e estradas do interior dos EUA, ele faz a mala em dez minutos.

Na Faculdade de Letras do Porto, estudou História e Filosofia, para aprender a pensar. Na Escola Superior de Jornalismo,

estudou Comunicação, para conseguir trabalhar. Fez o doutoramento em Jornalismo Político na Universidade de Sussex (Reino Unido) e na Universidade do Texas (Austin, EUA), com os dois melhores orientadores que conseguiu encontrar: Roger Silverstone e John Downing. No período de emigração, lecionou em Austin e foi jornalista estagiário no The New York Times.

Por cá, entretanto, trabalhou no Jornal de Notícias, no Liberal, na revista Burgo, na Rádio Universitária do Porto, foi jornalista e depois diretor da Redação do Porto do Expresso, teve um programa na TSF, foi diretor de informação da Rádio Nova Era, deu aulas na Escola Superior de Jornalismo.

Tem por defeito principal não saber dizer Não, por isso ainda fez coisas em muitos outros lugares. Adora analisar o que se passa à sua volta e detesta ideologias e outros sistemas fechados de ideias. E, embora não pareça, não gosta de falar dele na terceira pessoa. Aliás, não gosta muito de falar dele. Mas adora escrever sobre quase tudo.

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