Gabriela Cunha

Uma polivalente diletante que descobre, ainda em tenra idade, o seu fascínio por palavras, pessoas e respectivas histórias. Não se deixa definir pelo seu percurso académico, de que consta uma incursão de 4 anos pelo mundo das ciências jurídicas, entrecortada por aventuras musicais, literárias, fotográficas, linguísticas, desportivas e, ainda, no mundo da moda. Num momento de epifania, decide fazer tabula rasa, ingressando na licenciatura em Ciências da Comunicação, na Universidade Fernando Pessoa, que frequenta actualmente. Ávida leitora e cinéfila, gosta de viver através da vida de outros, perdendo-se, amiúde, no espaço narrador-narratário. Crítica acérrima e detentora de um sentido de justiça acutilante, preza a honestidade e rectidão moral, acima dos restantes valores. Determinada e pouco permeável a interferências alheias, apenas se deixa dominar, ocasionalmente, pela sua fértil criatividade. Filósofa nas tempos livres, colecciona citações e emociona-se facilmente com palavras bem empregues, no momento certo. Não se identifica com nenhuma religião, mas possui uma forte costela espiritual. Perde-se em corridas, para se (re)encontrar na escrita. Sedenta de saber, considera-se do mundo, mas pertencerá sempre a Guimarães.

Calmo Desespero

Capítulo 13 (GC)

Continuar a ler Gabriela Cunha   29.02.2016

O que restou

A morte chateia-me profundamente.

Continuar a ler Gabriela Cunha   18.01.2016