Maria João Santos

Nascida na cidade invicta, logo no início de 1998, Maria João começou a pensar no seu futuro desde cedo, com o pai engenheiro e mais ligado às matemáticas, foi sempre incutida a seguir os caminhos da ciência e com apenas 7 anos dizia a toda a gente que gostava de ser astronauta (a razão pela qual andava sempre com a cabeça na lua, quem sabe?), com o passar dos anos percebeu que as doenças eram um mal que afetava uma sociedade e por isso, descartou de imediato a ideia de viajar de planeta em planeta e passou a querer ser cientista, justificando sempre com 10 anos que "era para descobrir a cura para o cancro", com 14 anos percebeu que o mais perto disso seria seguir farmácia, mesmo que os números nunca fossem o seu forte e os símbolos químicos muito menos, tentou sempre ir mais longe. No secundário, fez 1 ano no curso de Ciências e Tecnologias na Escola Secundária Aurélia de Sousa apercebendo-se claramente que não era aquilo que queria fazer no futuro, voltando então à estaca zero e optando pelas palavras, pelos poemas, pelas cantigas de amor e amigo, pela interpretação, pela história e pelos livros, frequentando o curso de Línguas e Humanidades que foi a porta para se aperceber que o que mais gostaria de fazer era comunicar com os outros, dar a conhecer o poder da informação, e quem sabe, ser bem sucedida no ramo da televisão e/ou da rádio. Escolheu então a Universidade Fernando Pessoa para alcançar aquilo que tem em mente, ingressando no curso de Ciências da Comunicação em 2017. Há quem diga que é uma pessoa noctívaga mas leva isso como um elogio, adora praia e mar mas prefere o Inverno ao Verão (por causa das alergias, claro). Tem o sonho de, um dia, escrever um livro (vontade não lhe falta e tema muito menos), passar pelo mundo da moda e percorrer o país, de festival em festival. Para além da teimosia, o seu guilty pleasure é gostar de Reggaeton e de cantar músicas do Justin Bieber, mas toda a gente tem defeitos. Contudo, espera que isso não a impeça de ser aquilo que quer e de seguir o caminho da comunicação, mesmo que não tenha jeito para biografias.