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Orquestra Fina

Renato Ferreira 13.10.2017

No dia 12 de outubro entrevistei Rui Teixeira e Catarina Valadas, dois elementos dos Orquestra Fina.

Antes de ouvir a entrevista, convido-lhe a ler o manifesto - escrito por Rui Teixeira - que capta o espírito do grupo:

«A Orquestra Fina aparece como um penso rápido ou melhor ainda uma tatuagem que tapa e resolve uma vontade e necessidade iminente em usar a voz, o instrumento primordial, juntamente com a nossa língua mãe, e assim dar forma esqueleto e cabelo às minhas canções de agora, e não tão de agora.
A Orquestra é fina por tudo e por nada. 
Tal qual a própria palavra, que num caso pode significar a descrição da volumetria da cintura de uma bailarina e noutro simplesmente adjectivar aquele ou aquela que levanta o dedo enquanto segura a xícara do chá, proferida com uma certa ironia pode até significar exactamente o contrário, e com outro acento e entoação também serve para descrever o vigarista de esquina ou o Chico esperto do lado.
A orquestra fina é isto tudo. Muitos mundos num só. É este jogo dos vários significados da mesma palavra ou do mesmo grupo de três notas musicais.
É, no meu pensamento e desejo, uma celebração e contributo para essa bebida tão espirituosa, humanista e reconfortante que já tantos músicos e poetas tão bem destilaram.» 

Agora sim, aqui fica o som da entrevista:

E aqui fica o videoclip do tema "Marte":

Força, Orquestra Fina!


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