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Teoria dos Jogos

Ricardo Jorge Pinto 19.06.2015

“Os jogos de vídeo é uma das atividades mais produtivas a que nos podemos dedicar”, diz McGonigal. A frase foi proferida em Las Vegas (where else?) e reflete uma posição que tem vários fortes apoiantes entre os estudiosos da cultura contemporânea.

Steven Johnson (em “Tudo o que é Mau faz Bem”) já explicou que uma criança tem mais a ganhar, em termos de aprendizagem para a vida, a agarrar-se a consolas de jogos do que aos clássicos da literatura. O seu argumento é o de que muitos dos atuais jogos de vídeo nos preparam mais eficazmente para a vida real – tem regras que apenas vamos conhecendo à medida que jogamos, solicita a nossa velocidade de resposta aos problemas, promove espírito de entreajuda, estimula competências competitivas.

O Instituto do Futuro apresenta mais razões para nos colarmos aos jogos de computador. Diz que nos tornamos melhores quando estamos a jogar: somos mais otimistas, motivados, resilientes, colaborativos e expressivos. E explica que facilmente transportamos essas características para a nossa vida, quando largamos as teclas de controlo do jogo virtual. Os estudos revelam que um jogador de “Guitar Hero” tem mais probabilidades de tentar aperfeiçoar um instrumento musical; que depois de uma sessão intensiva de jogo, as pessoas estão mais expansivas e comunicativas.

 

“Queremos que as pessoas se sintam jogadores na vida real”, conclui Jane McGonigal.


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